O que você quer ser quando crescer? Gestor de RH!

Pergunte a uma criança, hoje, o que ela quer ser quando crescer? Astronauta, dirá uma. Médica, contará outra. Arquiteto, cientista, influencer digital, atriz, enfim, serão várias as aspirações profissionais elencadas, mas provavelmente nenhuma delas dirá “gestor de RH”.


Isso está longe de significar que a profissão tem pouco valor, pelo contrário. O que não é valorizada é a área de RH, relegada a segundo plano dentro da organização e que carrega o estigma de ser “o setor que só dá despesas”. Pelo menos essa é a realidade na maioria das empresas de diferentes segmentos econômicos brasileiros.


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Também um espelho no grupo empresarial onde trabalhei por décadas, como gestor comercial e posteriormente diretor geral. O RH era enxuto, com muitas demandas diárias (resolução de conflitos, recrutamento e seleção, férias, treinamentos, etc) e planilhas a perder de vista.


Não era de se esperar que, com tantas tarefas – feitas mecanicamente, um relatório da taxa de absenteísmo demorasse dia ou dias para chegar à minha mesa, pois os dados tabulados ainda tinham que ser atualizados e compilados. Esse é só um indicador – entre outros importantes, que custa dinheiro à empresa e se traduz em problemas, muitas vezes prevenível.


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Vez ou outra, via a frustração nos olhos do gestor de RH. Não pelo volume de trabalho, porque bem sei de sua capacidade técnica e pronta disposição em arregaçar as mangas. Talvez, o que via era o reflexo dos meus olhos. Entendia o seu problema.


Afinal, eu mesmo perdia horas com as planilhas, e outro tempo valioso para compilar os dados, bem como fazer a análise da performance de vendas – como se os setores de uma empresa não tivessem qualquer relação no resultado final, o que obviamente não é verdade.


Decidi não seguir mergulhado na “Síndrome de Gabriela”, derivada da música de Dorival Caymmi e notabilizada na voz de Gal Costa, que foi tema de abertura da novela Gabriela (1975) e diz: “Eu nasci assim, eu cresci assim, eu vivi assim, vou ser sempre assim...”.



Não sou e nunca fui resistente às novas tecnologias. Sei que as explorar as soluções digitais não é só uma tendência, mas uma questão de sobrevivência. Entendo que quem se adaptar com rapidez às novidades sairá na frente – ou não ficará parado no tempo, vendo as oportunidades passarem.


O desafio – universal no mundo corporativo – de produzir mais e melhor, com menos custos ou desperdícios depende da entrega do principal ativo da empresa: os colaboradores. Investir no RH, automatizando as tarefas operacionais, para transformá-lo num parceiro estratégico do negócio é premissa daqueles que miram o topo ou querem se manter nele.



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Encontrei muitos softwares bons no mercado. No entanto, focados na automação de um subsistema de RH ou vendido em módulos separadamente, que demandavam alto investimento para uma gestão eficiente e completa de pessoas.   



A necessidade e demanda me conduziram a um caminho que mudaria para sempre a minha vida: idealizei e formatei uma plataforma de gestão de RH, com base em dois pilares. A primeira é funcionalidade, ou seja, uma plataforma que realmente fizesse diferença na gestão de pessoas. O segundo é ótimo custo-benefício, oferecer um sistema dividido em módulos sem custo adicional por um valor acessível.



Embora tenha larga experiência na área de gestão empresarial, sou analista de sistemas graduado. Aliei meu conhecimento técnico e prático nas duas áreas, e muita dedicação, além de coração, neste projeto. Entrei de corpo e alma. O resultado é o RHGestor que, depois de seguidos testes e contínuo aperfeiçoamento, ganhou o mercado. O projeto deu tão certo que virou um negócio, rentável.



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O software permite que o RH deixe de ser “braçal” para atuar como “cérebro” nas atividades estratégicas e de inovação na gestão de pessoas, que vão impactar diretamente no caixa da empresa, seja através do aumento da receita, da maximização da produtividade e/ou redução de custos e desperdícios.


Por sua flexibilidade se encaixa em organizações de segmentos diferentes. Tanto que está sendo utilizado por empresas como os hospitais Paraná e Maringá; Century Estofados; grupo Gazin; Surya Dental; Recco; Cebrac; Instituto Maringá de Imagem e Instituto Carlos Américo de Imagem.


 Acredito no potencial transformador de resultados de um RH estratégico e estruturado. Vejo isso acontecendo nas empresas que implantaram o sistema e como a tecnologia possibilita os profissionais capacitados a tornar os processos mais inteligentes, ágeis, práticos e assertivos.


Pare e reflita sobre como o seu RH está estruturado e se é, de fato, valorizado. Se a resposta for não, há tempo para mudança, mas o limite entre a vanguarda e o prejuízo vai ficando menor. O RH é crucial para o sucesso do negócio. Vai por mim.


Em poucos anos, ao se fazer a pergunta: o que você quer ser quando crescer, certamente mais uma carreira figurar entre as respostas das crianças. “Quero ser gerente de RH.”



Cesar Carvalho, CEO RHGestor